Qualquer pessoa pára ao ver uma Ferrari. Esse carro é um mito das ruas. Imagine a chance de dirigir uma. E nova. E do seu amigo. E de graça. E de noite. E durante uma festa. E sem bater...
Parece que um "amigo" do Romário esqueceu de um dos "E"´s acima, mais precisamente o último. Ele pegou uma Ferrari novinha (primeira noite em que Romário saia com o carro) e fez o favor de destruir o carro. O detalhe é que o Romário emprestou o carro de boa vontade.
Mas por qual razão então ele é um candidato ao prêmio Peter Collins? Não deveria ser o Romário, que empresta um Ferrari para os outros?
O motivo pelo qual nosso amigo merece a candidatura é que, após sair do carro parcialmente destruído, ele estava chorando, de acordo com o G1. Fez merda e chorou como uma menininha.
Observação: Há quem diga, sem confirmação oficial, que o "amigo" do Romário é o famoso "Beto Cachaça" - jogador de futebol.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Candidato Um: Nervosinho do Trânsito
O trânsito é uma merda e ninguém discorda. Mas isso não é motivo para ser irracional e nervosinho com ninguém. Em São Paulo, aconteceu o caso abaixo, relatado em uma reportagem do G1:
"Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o registro da ocorrência feito no 2º Distrito Policial, no Bom Retiro, aponta que a confusão começou quando um dos motoristas foi fechado ao cruzar a Avenida Tiradentes e reclamou que o outro não usou a seta.
Na Rua Ribeiro de Lima, os dois iniciaram um bate-boca ainda dentro dos carros, que acabaram colidindo levemente. De acordo com o tenente Emerson Massera, citado pelo jornal, o homem de roupa social foi o primeiro a descer do carro, mais exaltado e disposto a brigar.
O policial contou que o homem tentou fugir da briga e buscar apoio no CPC ao ver o tamanho do oponente, mas foi alcançado e derrubado na entrada do quartel. A briga foi apartada pelos policiais. O caso foi registrado como lesão corporal. Os motoristas prestaram depoimento e foram liberados. De acordo com a SSP, nenhum dos dois envolvidos foi indiciado."
Por começar o episódio como um metido a machão nervosinho e terminar correndo e tomando chute na bunda (veja a foto dois) como se estivesse na escola, nosso querido Nervosinho do Trânsito é um forte concorrente ao prêmio Peter Collins.
As imagens abaixo ilustram o ocorrido.

"Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o registro da ocorrência feito no 2º Distrito Policial, no Bom Retiro, aponta que a confusão começou quando um dos motoristas foi fechado ao cruzar a Avenida Tiradentes e reclamou que o outro não usou a seta.
Na Rua Ribeiro de Lima, os dois iniciaram um bate-boca ainda dentro dos carros, que acabaram colidindo levemente. De acordo com o tenente Emerson Massera, citado pelo jornal, o homem de roupa social foi o primeiro a descer do carro, mais exaltado e disposto a brigar.
O policial contou que o homem tentou fugir da briga e buscar apoio no CPC ao ver o tamanho do oponente, mas foi alcançado e derrubado na entrada do quartel. A briga foi apartada pelos policiais. O caso foi registrado como lesão corporal. Os motoristas prestaram depoimento e foram liberados. De acordo com a SSP, nenhum dos dois envolvidos foi indiciado."
Por começar o episódio como um metido a machão nervosinho e terminar correndo e tomando chute na bunda (veja a foto dois) como se estivesse na escola, nosso querido Nervosinho do Trânsito é um forte concorrente ao prêmio Peter Collins.
As imagens abaixo ilustram o ocorrido.

segunda-feira, 23 de junho de 2008
Prêmio Peter Collins
Com o objetivo de homenagear o fracasso alheio, esse blog - com ajuda de uma turminha da pesada - está lançando um prêmio. O Prêmio. O Prêmio Peter Collins. Para ganhá-lo, não basta ter um fracasso. Tem que ter um fracasso digno de Peter Collins. Um que faça as pessoas pensarem: "Nossa, isso é coisa do Peter Collins".
Os concorrentes desse prêmio não podem simplesmente fracassar. Eles devem achar que jamais irão fracassar, se lascar, e ao final, devem chorar. Falta de arrependimento não é pré requisito, mas os candidatos que não assumirem o fracasso ganham um bônus. Logicamente, os candidatos devem sobreviver ao fracasso para serem homenageados. Eles devem conviver com o fracasso e não sucumbir a ele.
Então, uma turminha da pesada (citada acima) já fez um seleção muito boa de candidatos para a edição do 2008 do prêmio Peter Collins. Ao final do ano, será aberta uma votação para a escolha do fracassado do ano. É claro que estamos na metade do ano e novos candidatos aparecerão para deixar a dispusta empolgante =D
Os concorrentes desse prêmio não podem simplesmente fracassar. Eles devem achar que jamais irão fracassar, se lascar, e ao final, devem chorar. Falta de arrependimento não é pré requisito, mas os candidatos que não assumirem o fracasso ganham um bônus. Logicamente, os candidatos devem sobreviver ao fracasso para serem homenageados. Eles devem conviver com o fracasso e não sucumbir a ele.
Então, uma turminha da pesada (citada acima) já fez um seleção muito boa de candidatos para a edição do 2008 do prêmio Peter Collins. Ao final do ano, será aberta uma votação para a escolha do fracassado do ano. É claro que estamos na metade do ano e novos candidatos aparecerão para deixar a dispusta empolgante =D
Quem é Peter Collins?

Pelo que entendi, o participante careca (que iria ficar famoso mais tarde) não era o alvo principal das críticas, mas ele estava na corda bamba. Então, num surto de babaquice misturada com arrogância, coragem e auto confiança, nosso querido Peter Collins pediu a palavra e começou a falar merda. Muita Merda. Muita Merda Mesmo. A maior delas foi a mais engraçada. Ele se disse presidente da sua própria vida e demitiu Roberto Justus dela. Sensacional. Ficou com uma cara de soberba e provavelmente devia estar pensando:
"Nossa, mandei bem demais. Se o Justus me demitir, saio do programa como um homem corajoso e que enfrenta qualquer um. Se não me demitir, provavelmente vou ganhar esse programa de barbada".
Então, o apresentador do programa (outro babaca por sinal), pede a palavra e escracha nosso Peter Collins. Dentre as melhores patadas, estão uma lição sobre educação (quando foi interrompido pelo senhor Collins) e uma dupla demissão do "aprendiz" (uma pelo programa e outra por não saber honrar o contrato assinado).
Resultado final, Peter Collins vai embora de taxi e chora que nem uma criancinha, pedindo desculpas pra família e pro Justus, dizendo que foi mal interpretado.
Foi um excelente programa e lançou Peter Collins ao hall do fracasso. Veja tal marco na história do fracasso aqui.
terça-feira, 18 de março de 2008
Tuning Tosco - Parte 1
sábado, 15 de março de 2008
Primeiro post de 2008

Após alguns meses fora do ar resolvi postar novamente. Muita coisa aconteceu desde 20 de Dezembro de 2007 - data do último post. Naquela semana eu estava em São Paulo após realizar uma análise em uma usina de cana de açúcar no interior paulista. No dia 20 de dezembro eu voltei para BH para passar o fim de ano com a família.
Apesar de gostar muito de São Paulo e a experiência profissional ser muito boa, a saudade da família apertou muito. Nem aproveitei as duas semanas em casa pensando que teria de me mudar definitivamente para São Paulo.
Fui para São Paulo no dia 7 de janeiro sem nenhuma perspectiva de voltar para BH. Estava numa tecnologia restrita e com mercado bom apenas fora de BH. Estava achando que cometi um grande erro ao escolher o caminho de Zope/Plone/Python.
Mas após uma semana na capital paulista (estava na casa do meu amigo Sovertão por que não havia encontrado lugar para ficar) recebi um telefonema que mudou tudo. A CPMBraxis me ligou fazendo uma oferta para trabalhar com requisitos em BH. De cara eu aceitei, sem nem saber o salário. Eu lembro até que naquela semana estava decidido a voltar para BH mesmo sem arrumar emprego. No momento em que estava mais pra baixo, por causa da minha situação, a sorte sorriu pra mim =D.
Fiquei em São Paulo mais uma semana e voltei em definitivo uma semana antes do carnaval. O resto é só alegria. Estou muito satisfeito com meu novo emprego e ainda trabalho com Zope/Plone/Python. Um cliente da CPMBraxis viu meu currículo e me pediu para desenvolver um projeto piloto em Plone para aprovar a arquitetura para portais de gestão de conteúdo.
Sinceramente ainda acho que estou sonhando. Não acredito que a sorte sorriu para mim no momento em que mais precisei =D. É bom demais para ser verdade. Só tenho que agreder ao pessoal da Vector pelo aprendizado, ao Marcelo Sorvetão e Cassiano pela excelente hospitalidade em sampa. Espero sinceramente retribuir o favor que eles me fizeram e a CPMBraxis por ter acreditado no meu potencial. Acredito que agora eu consegui um emprego do tipo que almejava quando saí da faculdade. VALEU MESMO!!!
Bola pra frente que agora sim o ano começa no Blog Do Zin!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Crítica do Livro "A Bússola de Ouro"

No meio do ano vi um trailer do filme A Bússola de Ouro. Um filme com Daniel Craig e Nicole Kidman, além da voz do Ian Mckellen promete!
Fiquei imaginando: Senhor dos Anéis foi feito com poucos atores de peso e deu no que deu (tudo bem que a história e efeitos especiais podem fazer um bom filme mas atores são essenciais!). A Bússola de Ouro já possui atores de peso e os efeitos especiais estão muito bons. Se a história for boa poderemos ter um novo hit! Além de turbinar a tendência de filmes fantásticos baseados em livros criada por SdA.
Comprei o livro em Novembro. Após desistir de encontrar a versão em inglês, me contentei com a versão em português mesmo. Duas coisas me irritaram profundamente: a capa baseada em cartaz do filme (acho ridículo um livro fazer referência ao filme uma vez que o filme é um subproduto do livro) e os erros de digitação na versão brasileira (algum estagiário errou a palavra chocolate em todo o livro). O único ponto positivo é que as imagens ao início de cada capítulo não foram removidas (como ocorreu com a série Harry Potter). Em resumo, a versão brasileiro do livro é desastrosa...
Sobre a história, achei que começou muito parada (não sei se porque estava cansado na época em que li o livro). Mesmo assim o clima daquele cenário me empolgou - adoro cenários baseados em uma Inglaterra na virada do século XIX para o século XX. O livro fica realmente bom a partir do momento em que Lyra descobre o seu passado e se une aos ciganos em busca das crianças raptadas.
O livro apresenta um ritmo constante e com eventos empolgantes que prendem o leitor até o final. Há sempre uma sequência de eventos que termina com uma conversa entre dois personagens onde novos mistérios são adicionados à trama e alguns resolvidos. Às vezes fiquei perdido a respeito da quantidade de informação condensada em poucas páginas e tive que voltar capítulos diversas vezes por esquecer a qual enigma uma determinada explicação se referia. Mas acredito que isso não é uma desvantagem pois a capacidade de absorver informação em um intervalo de texto depende do leitor. Posso inferir apenas que o autor possui uma capacidade bem maior que a minha hehehe :)
Sobre o final do livro, por se tratar de uma trilogia, com certeza não se parece um final. Então quem reclamou de SdA vai reclamar muito mais em A Bússola de Ouro. A vantagem é que como a trilogia já foi lançada, o livro II pode ser lido imediatamente (o que eu estou fazendo :D). A minha única crítica é que o discurso final de Lyra para justificar a busca pelo Pó é pouco convincente. Se ela usasse Lorde Asriel como fator principal para a busca seria mais aceitável.
Há um ponto delicado em toda a história. O autor retrata a Igreja da pior forma possível no mundo de Lyra. Assim, católicos fervorosos podem ficar chocados com esse retrato da Igreja Católica. Para mim o livro é uma obra fantástica e como tal tem liberdade para criar uma versão extremista de objetos da realidade a qual se baseia.
No geral, A Bússola de Ouro é um excelente livro e que merece ser lido antes de assistir ao filme.
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